Saiba identificar a durabilidade do disco de freio do seu automóvel

Os carros podem ser considerados um dos principais meios de transporte. Isso se deve ao fato de esse veículo possibilitar diversas vantagens, como é o caso de maior conforto para o deslocamento de curtas e longas distâncias. Por isso, certamente você tem ou deseja algum dia ter um carro. Mesmo que assuntos técnicos da mecânica automotiva não sejam do seu conhecimento, é fundamental ter algumas noções sobre essa área. Em especial vamos falar hoje sobre a durabilidade do disco de freio.

Como falamos acima, um exemplo de mecanismo que você deve ter atenção é com o sistema de freio. Ele representa uma grande parte responsável pela segurança do veículo e de todos os passageiros. Nesse sentido, é essencial entender sobre a durabilidade das peças que o compõe. Pelo fato de essa peça estar localizada em um ponto um pouco escondido, bem como sua vida útil ser bem longa, muitos motoristas acabam deixando passar o prazo de manutenção dela.

Para evitar esse tipo de problema, preparamos este artigo contendo as principais informações sobre como identificar a durabilidade do disco de freio do seu automóvel. Continue a leitura e fique por dentro de tudo!

Qual é o papel dos discos de freio nos automóveis?

Mesmo com as transformações tecnológicas inseridas na engenharia dos novos veículos, é possível perceber que o sistema de freio ainda tem a mesma base de funcionamento dos carros antigos. Os principais sistemas que podemos encontrar são o freio a tambor e o freio a disco. Esse último tem o disco de freio como um dos elementos essenciais para o funcionamento do mecanismo. 

Tudo começa com o acionamento do pedal de freio pelo condutor. Em seguida, uma pressão hidráulica é gerada no fluído de freio impulsionando-o para dentro das pinças, o que faz mover o pistão. Essa ação faz com que as pastilhas, que estão conectadas ao pistão, pressionem o disco de freio, criando o atrito necessário para frear as rodas do veículo. 

Vale ressaltar que para o sistema ter uma boa performance é necessário que as peças sejam de boa qualidade. No mercado, é possível encontrar várias marcas que apresentam níveis de qualidade diferentes. Tendo em vista que esses componentes têm uma grande importância para a segurança do carro e dos passageiros, vale a pena investir em bons produtos no momento da manutenção. 

Quais são as indicações para a troca do disco de freio?

A princípio, vale salientar que fatores como desgaste de outras peças do sistema de freio podem contribuir para a redução da vida útil do componente. Como é o caso, de rodar com pastilhas de freio desgastadas. Devido ao fato de essa peça perder parte de sua composição, acaba provocando pequenas rachaduras no disco que, com o passar do tempo, geram o desgaste total da superfície do disco. 

Por conta disso, nas revisões preventivas, não deixe de examinar o estado de conservação de todos os componentes do sistema de freio. Quanto ao prazo de vida útil do disco de freio, vale pontuar algumas informações: Embora algumas empresas informem algo em torno de 50 mil quilômetros rodados, na prática, esse valor pode variar bastante. 

Isso porque tudo depende das condições de uso a que o automóvel é submetido, além do hábito de direção do condutor. Esses fatores contribuirão para que a peça dure por mais ou menos tempo. Devido a isso, uma dica é evitar andar em terrenos com muitos detritos no asfalto, bem como realizar freadas bruscas somente quando houver necessidade. Além do mais, para você saber quando realizar a troca, veja agora os principais sinais de avaria no componente.

Vibração na frenagem influencia na durabilidade do disco de freio?

As vibrações são um dos principais sinais de que algo está errado. Quando elas ocorrem ao frear o veículo, isso pode indicar problemas no disco de freio. Isso porque, com o passar do tempo, o contato intenso com as pastilhas vai consumindo a superfície do disco, podendo ocorrer de forma irregular. A consequência disso é a formação de ondulações que causam tremores e ruídos quando o freio é acionado. Caso você identifique esse tipo de problema, faça a manutenção imediata do conjunto. 

Dificuldade para frear

Outro sinal importante que demonstra algum tipo de problema no disco de freio é a dificuldade para frear. Na prática, o uso intenso do freio ou oxidação sofrida também pode gerar áreas porosas na superfície do disco. Essa condição prejudica a funcionalidade da peça, já que o contato entre o disco e a pastilha não é feito de forma efetiva. 

Para compensar essa ineficiência, o motorista acaba tendo que exercer uma força maior no pedal, pois se torna mais difícil reduzir a velocidade do veículo. Por conta disso, deve-se efetuar a substituição o quanto antes da peça, já que esse tipo de problema por dificultar a redução de velocidade do carro, provocando acidentes no trânsito. 

Pedal de freio duro

Como foi mencionado, a dificuldade em frear é uma das causas de problemas que podem comprometer a durabilidade do disco de freio. Na situação em que o pedal fica duro demais, é muito provável que a avaria já esteja em condições bem avançadas, o que pode prejudicar outras partes do sistema. Podemos apontar como uma das causas possíveis para a rigidez excessiva do pedal falhas no mecanismo de assistência.

Também conhecido como hidrovácuo, ele cumpre a função de tornar o acionamento dos freios mais leve. No entanto, ele pode perder eficiência devido a desgastes no disco de freio. Ademais, não podemos descartar a hipótese de o pedal duro estar relacionado com a baixa qualidade das peças do sistema. Desse modo, realizar a manutenção substituindo itens com marcas confiáveis é um cuidado bastante recomendado. 

Portanto, essas foram as principais informações que podemque podem atestar avarias nesse componente e indicar problemas com a durabilidade do disco de freio. Desse modo, tendo em vista a grande importância do bom funcionamento do sistema para a segurança do veículo, é fundamental conhecer esse assunto e ficar atento às revisões preventivas. Com isso, você consegue reduzir bastante as chances de imprevistos. 

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